22 de junho de 2009

Definindo palanques

Leio agora em A Tribuna que o prefeito de Vitória, João Coser (PT) acaba de sair da disputa em favor de Ricardo Ferraço (PMDB), nome do Palácio Anchieta. Segundo o próprio prefeito, isso facilitará um palanque dilmista no estado. Bom, pode até ser, mas o fato que a coalizão em torno do atual governador é imensa, e a oposição é hoje uma nulidade. Mesmo que Coser não se candidate, será difícil não haver um nome avulso. Por exemplo: o senador Renato Casagrande (PSB), ou o deputado Luiz Paulo (PSDB) - que, no caso, seria o palanque serrista ou aecista capixaba.

Até porque, que nome a oposição tem? Max Mauro já perdeu a disputa para o senado eleição passada. O seu filho, ex-prefeito de Vila Velha, saiu enfraquecido depois que seu pupilo, Dyonizio Ruy Jr., ficou com 11% para prefeitura. Só há duas alternativas: um nome único representando a coalizão hartunguista ou um racha nesta. Acredito na segunda opção.

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